As discussões giram em torno das nossas afrodescendências na sociedade brasileira bem como das questões de gênero e educação. Como enfrentar as marginalização e exclusão permanentes desta sociedade com raízes colonizadoras-racistas?
segunda-feira, 1 de junho de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
terça-feira, 28 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
Nossa Roda Griô do dia 17 de Abril de 2015
Novos griôs... novas estórias e contribuições
#VemPraRodaGriô
Iniciamos com a Música "identidade" de Jorge Aragão e sua possível relação com a Biografia de Luís Gama. Ambas falam sobre a situação do afrodescendente, na música relatando as discriminações cotidianas, e a biografia traz um pouco da situação de homens afrodescendentes livres que se tornam escravos.
Discutimos também sobre a realização do II CongeAfro, que será realizado em Novembro no espaço da UFPI. Questões como colaboradores, patrocínios e divulgação foram postos em foco. Concluiu-se com a reunião com a organização e delimitação de atividades para a Roda Griô do dia 08 de Maio. De já todos convidados!
domingo, 22 de março de 2015
O CNPq publica pesquisa que aborda: Análise sobre a participação de negras e negros no sistema científico
As pesquisadoras:
Os negros e negras nas bolsas de formação e de pesquisa
Os negros e negras nas áreas do conhecimento e faixa etária.
Aline Maria da Silva - Doutorado em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela Universidade de São Paulo, Brasil e Professor Titular da Universidade de São Paulo, Brasil
e Célia Maria Magalhães -Doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.
Dados gerais sobre a participação de negras e negros nas ciências brasileirasOs negros e negras nas bolsas de formação e de pesquisa
Os negros e negras nas áreas do conhecimento e faixa etária.
"Apresentamos aqui a primeira análise sobre a participação de negras e negros (considerados aqui os pardos e pretos) no sistema de bolsas de formação e de pesquisa do CNPq. A partir da coleta de dados sobre cor/raça de pesquisadores e bolsistas, será possível realizar agora estudos que permitam mapear a participação dos grupos étnico-raciais na ciência e tecnologia brasileira e também acompanhar políticas de inclusão racial que, atualmente, já existem no país, bem como estruturar outros programas e políticas para nichos específicos, se assim for necessário."
Muitas mulheres nesse Brasil nosso de cada dia já estão para além das expectativas de morte... Vamos escrever nossa história de sucesso assim como:
| Sueli Carneiro é Doutora em Educação pela USP. |
"Magdalena - a imaginação também é minha"
Um curta documentário produzido pelo Grupo de Pesquisa Culturas e Identidades no Cotidiano -Universidade de Estado do Rio de Janeiro.
"Essas Senhoras"
Esse é um curta-metragem de Gláucio Souza, produzido pela
Espaço Múltiplo, com roteiro de Sandra Alves, direção de fotografia de Luiz
Barbosa, edição de Fabrício Macena e exibido pela Santa Rita TV no site do
youtube. Disponível em: .
Acesso em: 20 fev. 2015.
"Vivendo de Amor"
Vivendo de Amor - bell hooks
[...] O Impacto da Escravidão no Ato de AmarNossas dificuldades coletivas com a arte e o ato de amar começaram a partir do contexto escravocrata. Isso não deveria nos surpreender, já que nossos ancestrais testemunharam seus filhos sendo vendidos; seus amantes, companheiros, amigos apanhando sem razão. Pessoas que viveram em extrema pobreza e foram obrigadas a se separar de suas famílias e comunidades, não poderiam ter saído desse contexto entendendo essa coisa que a gente chama de amor. Elas sabiam, por experiência própria, que na condição de escravas seria difícil experimentar ou manter uma relação de amor.Imagino que, após o término da escravidão, muitos negros estivessem ansiosos para experimentar relações de intimidade, compromisso e paixão, fora dos limites antes estabelecidos. [...]
[...] O Impacto da Escravidão no Ato de AmarNossas dificuldades coletivas com a arte e o ato de amar começaram a partir do contexto escravocrata. Isso não deveria nos surpreender, já que nossos ancestrais testemunharam seus filhos sendo vendidos; seus amantes, companheiros, amigos apanhando sem razão. Pessoas que viveram em extrema pobreza e foram obrigadas a se separar de suas famílias e comunidades, não poderiam ter saído desse contexto entendendo essa coisa que a gente chama de amor. Elas sabiam, por experiência própria, que na condição de escravas seria difícil experimentar ou manter uma relação de amor.Imagino que, após o término da escravidão, muitos negros estivessem ansiosos para experimentar relações de intimidade, compromisso e paixão, fora dos limites antes estabelecidos. [...]
Texto "Roda Griô [...]" publicado na Revista Plures - sobre Educação
Roda Griô - conquistas, experiências e desafios
RODA GRIÔ - CONQUISTAS, EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS: APRENDER
COM O APREENDER FAZENDO.
WHEEL GRIÔ - ACHIEVEMENTS, CHALLENGES AND EXPERIENCE:
LEARNING WITH LEARNING BY DOING.
Francis Musa Boakari
Raimunda Nonata da Silva Machado
Francilene Brito da Silva
Resumo: Relatamos aqui o processo de constituição do Núcleo
de Estudos Roda Griô-GEAfro: Gênero, Educação e Afrodescendência. Destacamos
sua metodologia de ação, na perspectiva da descolonialidade, cosmovisão de
autoafimação, com abordagem qualitativa de análise documental, compilando
atividades acadêmicas realizadas no período de 2010 a 2013. Valorizando as
tradições dos Griôs da África ocidental e sustentando-se em autores como Bondía
(2002), Mignolo (2003) e Santos (2010), apresentamos contribuições desse Núcleo
na construção de saberes de gênero e afrodescendência, por meio de produções de
monografias, dissertações, teses, artigos e eventos científicos, dentre outros,
e nas educações escolar e social, pela trama e urdidura dos diálogos, em que as
vozes subalternizadas são evidenciadas com ênfase no recurso da oralidade em
contações de histórias.
Palavras-chave: Roda Griô. Trajetória. Experiências.
Saberes.
Abstract: This experience report relates to the activities
that led to the founding of the Research Group, Roda Griô-GEAfro: gender,
education and African descendency, in the Foundations Department at the Federal
University of Piauí. We highlight the discolonization methodology, a world view
of self-afirmation within a qualitative approach, through documental analyses
and accounts of events from 2010-2013. Special recognition is given to the
traditions of West African Griots with help from writers like Bondía (2002),
Mignolo (2003) and Santos (2010) who help elucidate contributions of the Group
in terms of (a) knowledge about gender and afrodescendence from final student
reports, theses, dissertations, journal articles, organizing scientific events,
other such products, and (b) schooling and social education through dialogues
that discuss themes and specific problems related so as oppressed and
underrated voices have their day and hour through story telling and listening
to experiential reports.
Keywords: Roda Griô. Trajectory. Experiences. Knowledge
contents.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
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