Roda do dia 05/05/2017
As discussões giram em torno das nossas afrodescendências na sociedade brasileira bem como das questões de gênero e educação. Como enfrentar as marginalização e exclusão permanentes desta sociedade com raízes colonizadoras-racistas?
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Pensando sobre o 13 de maio
O Núcleo de estudos Roda Griô convida você para participar do evento referente ao 13 de maio - "pensando sobre o 13 de maio - falar da abolição ou do racismo?
Será realizada dia 12/05/2017
Teremos rodas de conversas e oficina de turbantes, para ajudar a problematizar a tal "abolição". Confira nossa programação no cartaz!
Para fazer sua inscrição, siga esses passos:
1. Click no link da ficha de inscrição e selecione "fazer download" - https://drive.google.com/…/0Bzma-ye7tHq8bF85bWJ3UkxNc…/view…
2. Baixe o arquivo
3. Preencha a ficha
4. Envie para o e-mail a ficha preenchida: rodagrio2017@gmail.com
5. Efetue pagamento de R$ 5,00 no dia do evento (12/05/2017)
Estamos esperando por todxs para compartilhar mais conhecimentos! #vempraroda
sábado, 8 de abril de 2017
RODA DO DIA 07/04/2017
PARTICIPANTES: ( Francis Boakari, Aguida Oliveira, Áurea Valeria, Áureo João, Kelciane Mendes, Ariosto Silva, Luzia Marques, Kácio, Denise Bezerra, Maria Beatriz, Emanuella Sousa, Antonia Regina, Raimundo Silva, Ateneia Rodrigues Gudenberg Moreira, Ilanna Bastista, Kaire Quadro, Luciléa Silva, Edilson Nascimento, Thallyne Suelly).
segunda-feira, 3 de abril de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
domingo, 22 de janeiro de 2017
Diário da roda do dia -13.01.2017
MEMÓRIAS DA RODA
Quando
a Roda gira e giramos na roda
Surge
sempre questão que nos incomoda
Depois
de sobre as cotas, com o Áureo assuntar
Foi
a vez de, na Roda, a África estudar
Com
o Francis, nosso Mestre,que a Roda fez Rodar
E,
entorno das africanidades, problematizar!
Por
que a África estudar? A questão se pôs
E
muitos pensamentos vieram depois.
E
no girar da Roda, pudemos entender
Que
para falar da “África- é preciso conhecer”
Buscando,
com cuidado, mitos desfazer
Estereótipos
superar e racismos combater!
Que
África conhecemos? Foi uma inquietação
Vieram
logo as memórias da nossa formação.
Em
que a África ensinada nos seriados da TV,
No
rádio, na escola, e nos jornais que se lê
É
uma África inventada, inferiorizada a meu ver,
Por
quem teve a intenção da hegemonia manter!
Ainda
com as evidências das contribuições
Do
povo africano para todas as nações
Constata-se,
porém, com facilidade
Quando
nos cursos sobre a África, a perplexidade
Demonstrando
desconhecer-se sua diversidade
Focando-se
apenas nas calamidades.
Estudar
sobre a África e sua complexidade
Não
é o maior problema, Cunha disse uma verdade.
Mas
os preconceitos adquiridos, ao longo da formação
Que
fundados nos racismos, são desinformação.
E
nos impedem de ter uma nova visão
Sobre
a África, seus valores de mãe das nações.
Sobre
a África, Griôs, é preciso saber,
Que
não é um país, como se ouve dizer.
Mas
um continente, com imensa riqueza,
Que
tinha sua história e escrita, com certeza
E
foi a colonização que lhe trouxe pobreza
Escravizando
sua gente, com muita avareza
Quanto
mais girava a Roda, mais se ouvia voz
Dizendo
que estamos na África e a África está em nós.
E
que o estudo da África, mesmo não explorado tão bem
Pode
começar de nós mesmos, com o material que se tem
Pesquisando
e ampliando e indo mais além
Pois
recontar essa história a todos(as) convém.
Girando,
girando a Roda trará
Outra
questão para nos provocar.
Se
somos da Africa, somos afrodescendentes,
E
não preto ou pardo como chamam a gente.
Ou
ainda mulato, mestiço ou outros, de repente.
Discutir a questão considero pertinente.
Por: Raimunda Ferreira Gomes Coelho
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