As discussões giram em torno das nossas afrodescendências na sociedade brasileira bem como das questões de gênero e educação. Como enfrentar as marginalização e exclusão permanentes desta sociedade com raízes colonizadoras-racistas?
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
sábado, 17 de outubro de 2015
RODA GRIÔ
(16 de Outubro de 2015)
Nesta linda Roda Griô, continuamos a discussão sobre Frantz Fanon. Já estamos no terceiro capítulo da obra "Pele Negra, Máscaras Branca". Conhece o autor, a obra? Tem interesse em discuti-la? Venha e participe conosco!
Toda sexta feira, às 8 horas na sala de reunião do PPGED-UFPI.
#vempraroda
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
RODA GRIÔ
(09 de OUTUBRO DE 2015)
Do que se tratou a roda deste dia?
Frases clássicas escutadas por afrodescendentes
"A inspiração para a roda está na foto da campana 'Ah, branco, dá um tempo!' por iniciativa da estudante Lorena do curso Artes Cênicas da UNB (Universidade de Brasília) para denunciar racismo na UNB, deu vida a esta campanha com inspiração de estudantes de Havard que utilizaram sua foto campanha a hastg #itooamhavard" (Alesandra Raniery)
Mais sobre a campanha:
"É aquela coisa: "ah, mas no Brasil não existe mais preconceito!"; daí você vira a esquina e se depara com algum comentário maldoso, mascarado por um "inofensivo" modo de falar. Muitas vezes, você não precisa nem sair de casa [...] Os estudantes que toparam participar da campanha Ah, branco, dá um tempo! escreveram em plaquinhas algumas frases que já estão cansados de ouvir e que, na maioria das vezes, soa como uma brincadeirinha, como um comentário despretensioso e livre de qualquer tipo de preconceito. Mas será mesmo?
(Foto da campana dos estudantes da UNB)
(Foto da campana dos estudantes da UNB)
(Foto do encontro da roda griô do dia 09 de outubro de 2015)
Texto: http://capricho.abril.com.br/vida-real/ah-branco-tempo-estudantes-criam-campanha-online-tumblr-852940.shtml
#vempraroda
domingo, 4 de outubro de 2015
Roda Griô
(02 de Outubro de 2015)
AFRODESCENDÊNCIA: categoria crítico-construtiva em discussão.
Nesta reunião foi debatido sobre o tema “Afrodescendência: categoria crítico construtiva em discussão”. O tema foi trabalhado através de exposição dialogada e coordenada por Francis Boakari com o auxílio de um texto dividido em seis tópicos: Do que se trata? Quem é afrodescendente? Principais aspectos a ser considerados; O que têm outras identificações raciais? Algumas vantagens da categoria afrodescendente e considerações e articulação com a pesquisa. Foi colocado que um dos objetivos do estudo seria problematizar, contextualizar o termo afrodescendente e outros termos associados a ele a fim de construir novas aprendizagens. Tratou-se das diásporas observando-se que todos nascemos na África e de lá partimos para outros continentes sobretudo em função da escravidão e do contexto do neocolonialismo incentivado pela segunda guerra mundial.
Observou-se que o termo afrodescendência é multifacetado e, portanto, possui esferas política, social, cultural e econômica. Discutiu-se sobre as dimensões histórica, sociológica, perspectiva econômica, características políticas e fatores culturais relacionados ao fato de alguém se assumir afrodescendente. No aspecto político foi ressaltado que ele pode ser desenvolvido levando-se em consideração os interesses coletivos ou não, e que o aspecto econômico pode ser desenvolvido valorizando-se a prática da competição ou da solidariedade na sociedade. Afirmou-se que outras identificações raciais vêm revestidas de negatividade e sofrimentos e, portanto, não convêm. Neste ponto da reunião houve uma intervenção da Francilene fazendo os seguintes questionamentos: Existe uma filosofia africana? Existe um conhecimento africano? O professor Francis deu algumas explicações e finalizou dizendo “todo povo tem uma filosofia, um conhecimento”.
Dentre as vantagens do uso da categoria afrodescendente como fator identitário dos povos africanos foram destacadas que ela permite ver o mundo como algo complexo, dinâmico e, ainda possibilita capturar as realidades dos povos, comunidades e indivíduos; Cada população tem suas particularidades que precisam ser reconhecidas, valorizadas a partir do retorno às suas raízes; Cada povo tem sua peculiaridade cultural que pode ser melhor conhecida, aproveitada através do diálogo; A afrodescendência permite que se trabalhe e se desenvolva o espírito comunitário através do UBUNTU.
#vempraroda
domingo, 27 de setembro de 2015
RODA GRIÔ
(25 DE SETEMBRO DE 205)
Nossa discussão foi dirigida pelo Prof Cássio, que tratou da "Cultura Corporal e afroancestralidade"
"O que é o corpo afinal? Os nossos gestos, as expressões do nosso rosto, a nossa capacidade de falar, pensar e conhecer, a forma como sentimos, criamos, desejamos. Tudo isso é o corpo"
(Stella Guto Baster)
Nossa conversa também tratou das hierarquias dos corpos, padrões de corpos para esporte e danças.
;
"O que já experimentamos no nosso corpo?"
(Durante a exposição do tema)
(Durante a dinâmica proposta)
#VemPraRoda
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Roda Griô
(18 de Setembro de 2015)
Inciamos a discussão do livro "Pele negra, máscaras brancas" de Frantz Fanon
Se você conhece este autor, ou tem interesse em conhece-lo visite a roda e contribua nesta discussão.
Na apresentação do resumo biográfico, foi destacado que as analises de Fanon vão privilegiar a
questão da linguagem como elemento de dominação e de alienação. Ressaltou-se que é importante observar a lógica criticada por Fanon: a lógica da colonização
que impôs o padrão europeu. Concomitantemente, houve a enfatização de que a lógica
da colonização ainda esta presente nas relações sociais e causa muita dor ao
afrodescendente quando assimilada como padrão de vida. O empoderamento de cada um contribui
para um empoderamento do coletivo. A ideia é que o crescimento seja coletivo”. A colonização impôs ao afrodescendente o silenciamento.
(Trecho do que foi discutido na Roda Griô)
Estamos esperando você.
#vempraroda
sábado, 12 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Chamada para o lançamento de livros no II CONGEAfro
O II Congresso sobre Gênero,
Educação e Afrodescendência (II CONGEAfro) – Orgulho de Ser Afrodescendente:
lugares e identidades, acontecerá de 4 a 6 de novembro de 2015 e
disponibilizará uma sessão de lançamento de livros no seu primeiro dia de
evento (5 de novembro, quarta-feira) às
18 horas.
Poderão indicar obras para participar da sessão de lançamentos todas(os)
as(os) autoras(es) que tenham produzido livros e periódicos científicos sobre
GÊNERO, EDUCAÇÃO E AFRODESCENDÊNCIA e temáticas afins.
As(os) autoras(es) que desejarem lançar seus livros no II CONGEAfro devem
encaminhar indicação das obras para o E-mail: artlenha@ufpi.edu.br,
até o dia 20 de outubro de 2015,
contendo:
1.
Nome – CPF – Telefone – E-mail da/o responsável pela
inscrição;
2.
Nome das(dos) autoras(res) ou organizadoras(res);
3.
Editora;
4.
Resumo da obra – entre 05-10 linhas e;
5.
Imagem da capa em JPG (não muito pesada), para
divulgação.
Critérios (e exigências) para Lançamento de
Livros no II CONGEAfro:
______________________________________________________________________
a.
Enviar pelo E-mail indicado (artlenha@ufpi.edu.br) as
informações acima solicitadas – este servirá como inscrição para esta
modalidade no evento;
b.
Doar 2 (dois) exemplares de cada obra sendo lançada;
c.
Apresentar e VENDER exemplares da publicação: serão
atribuições da(o) autora(or) responsável pela inscrição e;
d.
A organização do II CONGEAfro somente será responsável
pela disponibilidade do espaço e de uma mesa para o lançamento; todas as outras
responsabilidades referentes ao lançamento de cada obra, será de inteira
responsabilidade da(o) inscrita(o).
A coordenação do
evento!
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